OITO LANÇAMENTOS QUE VOCÊ PRECISA CONHECER NO PRÓXIMO SEMESTRE.

Quem já não passou por aquele momento em que queremos ler algo novo, recém-saído do forno??

Pois então, nós também queremos ficar por dentro dos próximos lançamentos e queremos que você também fica sabendo dos lançamentos mais recentes do mercado editorial. Por isso, fizemos uma lista com 08 lançamentos para te ajudar a escolher a sua próxima leitura.

1 – 132 crônicas: cascos & carícias, de Hilda Hilst (lançamento em 13/07) – Editora Nova Fronteira.

132 crônicas

“132 crônicas: Cascos & carícias e outros escritos é a reunião mais completa das crônicas de Hilda Hilst publicada até hoje. Material híbrido, em parte comentário do cotidiano e da conturbada vida política da época, em parte excertos da sofisticada poesia da autora, muito de sua transgressão, irreverência e fina ironia, este é um conjunto de textos ácidos e bem-humorados, mas acima de tudo extremamente lúcidos. Produzidos entre 1992 e 1995 — à exceção de dois deles encomendados pela Playboy e nunca publicados na revista —, os escritos de Hilda são atuais, divertidos, imprescindíveis.”

2 – A noite dos mortos vivos – Edição Comemorativa 50 anos – Editora Darkdide.

A noite dos mortos vivos

Atenção: para a maior segurança dos leitores, esse livro clássico de zumbis recebeu um tiro nos miolos que perfurou de verdade todas as páginas. A NOITE DOS MORTOS VIVOS – EDIÇÃO COMEMORATIVA 50 ANOS ressurge das tumbas em alto estilo. A edição comemorativa da Darkside Books em homenagem aos 50 anos do filme que iniciou a epidemia zumbi. O Livro é uma adaptação de duas histórias do mestre George Romero (In Memoriam) e o roteirista John Russo: A NOITE DOS MORTOS VIVOS e sua sequência, a Volta dos Mortos Vivos, numa versão inédita no cinema. São dois romances no mesmo volume! A edição comemorativa tem capa dura e ilustrações exclusivas de Danilo Beyruth (bando de Dois, Astronauta).

Se hoje os zumbis estão em alta é porque, em 1968, George Romero e John Russo se reuniram para escrever o roteiro de A noite dos Mortos Vivos e mudar a história do cinema. O filme revolucionou o mito sobre as criaturas que voltavam do além: as superstições vodus das velhas produções B deram lugar à epidemia de fome canibal nas ruas norte-americanas. Criaturas similares já haviam aparecido antes nas telonas, mas foi em A Noite dos Mortos Vivos a primeira vez em que foram retratados como uma praga devoradora de carne humana. Tinha início o Apocalipse Zumbi, tornando-se uma reflexão do momento político dos Estados Unidos. Romero também revolucionou ao escolher um ator negro para protagonizar a história em um momento de tensões raciais à flor da pele; o ativista Martin Luther King fora assassinado meses antes da estreia do filme.

3 – O tempo desconjuntado, de Philip K. Dick – Editora Suma de Letras

O tempo desconjuntado

Ragle Gumm tem um trabalho único: todos os dias ele vence um concurso de jornal. E quando ele não está consultando suas tabelas, ele curte sua vida em uma cidade pequena em 1969. Pelo menos, isto é o que ele acha. Mas quando coisas estranhas começam a acontecer, ele encontra uma lista telefônica onde todos os números foram desconectados e um aritgo de revista sobe uma estrela famosa do qual ele nunca ouviu falar chamada Marilyn Monroe. Ainda mais, os objetos do cotidiano estão começando a desaparecer e estão sendo trocados por tiras de papel com palavras escritas neles como “jarros de flores” e “barraca de bebidas frescas”. Quando Ragle muda de cidade para tentar encontrar a cauda destes acontecimentos bizarros, sua descoberta poderá fazê-lo se questionar sobre tudo o que ele já conheceu.

4 – Romance Luminoso, de Mario Levrero – Editora Companhia das Letras.

Romence luminoso

“Considerado o principal romance latino-americano depois de 2666, de Roberto Bolaño, O romance luminoso é um romance sobre o desejo de escrever um romance. Um romance sobre manias, transtornos do sono, vício em computadores, hipocondria, o amor e a morte. Um romance sobre as experiências luminosas e sobre tudo aquilo que não se pode narrar. No ano 2000, Mario Levrero recebeu uma bolsa da Fundação Guggenheim para terminar de escrever O romance luminoso. O livro tinha sido iniciado em 1984, na mesma época em que o autor, endividado, se mudou de Montevidéu para Buenos Aires à procura de trabalho. Com a bolsa, em vez de se dedicar ao romance, no entanto, Levrero se lançou à escrita febril de um diário da escrita do romance, diário este que se tornaria, ele mesmo, o seu magistral O romance luminoso. O livro narra em detalhes as confusões cotidianas de um homem de sessenta anos. Estão aqui todos os tiques de um narrador obsessivo tomado por fobias e superstições. Para o autor uruguaio, a possível transcendência só poderia surgir da repetição de manias que atribui à vida real sua condição de permanente adiamento. Assim, a procrastinação e a busca deste livro “luminoso” são a própria matéria de que são feitas as horas, e a aventura literária se insinua através de idas e vindas da espera simbolizada pelos relatórios irônicos do andamento do projeto ao “Sr. Guggenheim”, por visitas amorosas, madrugadas insones em frente ao computador, a busca pelo significado dos sonhos, passeios pelas ruas de Montevidéu e advertências, prefácios, prólogos e epílogos. “Um dia enfim abri O romance luminoso e fui com ele até a derrota final, incapaz de deixar de lado esse tão fascinante herói da escrita.” — Enrique Vila-Matas “Enquanto seus contemporâneos continuavam publicando versões rotineiras do grande romance latino-americano, Levrero construía uma literatura nova; uma obra que via com ceticismo os caminhos do boom e que se opunha a toda pressão normalizadora. Ele não queria fundar ou confirmar ou refutar mitologias: queria escrever, somente, solitariamente.” — Alejandro Zambra”

5 – Escrevi isso pra você, de Iain S. Thomas – Editora Sextante

Escrevi isso pra você

Você sempre me diz que foi bom enquanto durou. Que as chamas mais intensas são as que queimam mais rápido. Ou seja, você via em nós uma vela. E eu via em nós o sol.

Escrevi isso pra você é uma coletânea de poemas contemporâneos sobre os diversos momentos do amor: a paixão e o encantamento dos primeiros tempos, o lento afastamento, a solidão a dois, a dor do fim e a esperança de novos começos.

Reunindo cerca de 200 textos divididos em quatro partes – Sol, Lua, Estrelas, Chuva –, o poeta sul-africano Iain S. Thomas combina palavras profundas e intensas com fotografias frias e impessoais. O resultado é um livro que provoca uma explosão de sentimentos perturbadores e conflitantes, mas totalmente familiares a qualquer pessoa que já tenha amado e sofrido pelo menos uma vez.

Conhecido nas redes sociais pelo pseudônimo pleasefindthis, o autor começou sua trajetória na internet, publicando poemas e fotos em seu blog pessoal. Com o tempo, seu trabalho ganhou repercussão, se transformou em livro e encantou milhares de leitores ao redor do mundo.

Com extrema delicadezaEscrevi isso pra você expõe a natureza frágil das relações humanas e as nuances líricas e obscuras do amor.

6 – A arte de querer bem, de Ruy Castro – Editora Sextante.

A arte de querer bem

Vencedor do prêmio Jabuti e um dos maiores autores brasileiros, Ruy Castro completa 70 anos em 2018.

A arte de querer bem é a forma que encontrou para homenagear o que o faz apaixonado pela vida.

No ano em que completa 70 anos, Ruy Castro, um dos maiores escritores brasileiros, reúne neste A arte de querer bem mais de uma centena de crônicas em que exercita o amor por sua profissão, por seus amigos, por seus ídolos, por sua cidade, pela música, pela vida.

Escritos entre 2008 e 2017, os pequenos textos que compõem este livro nos permitem conhecer um pouco mais da alma desse escritor multifacetado.

É hora de celebrar o amor.

7 – Kindred, de Octavia E. Butler – Editora Morro Branco.

Kindred

Em seu vigésimo sexto aniversário, Dana e seu marido estão de mudança para um novo apartamento. Em meio a pilhas de livros e caixas abertas, ela começa a se sentir tonta e cai de joelhos, nauseada. Então, o mundo se despedaça.

Dana repentinamente se encontra à beira de uma floresta, próxima a um rio. Uma criança está se afogando e ela corre para salvá-la. Mas, assim que arrasta o menino para fora da água, vê-se diante do cano de uma antiga espingarda. Em um piscar de olhos, ela está de volta a seu novo apartamento, completamente encharcada. É a experiência mais aterrorizante de sua vida… até acontecer de novo. E de novo.

Quanto mais tempo passa no século XIX, numa Maryland pré-Guerra Civil – um lugar perigoso para uma mulher negra –, mais consciente Dana fica de que sua vida pode acabar antes mesmo de ter começado.

“Impossível terminar de ler Kindred sem se sentir mudado. É uma obra de arte dilaceradora, com muito a dizer sobre o amor, o ódio, a escravidão e os dilemas raciais, ontem e hoje” – Los Angeles Herald-Examiner

8 – A essência do mal, de Sebastian Faulks – Editora Morro Branco.

A essência do mal

Jeremiah Salinger ganha a vida fazendo documentários, até que se muda com a família para uma região remota da Itália. Lá, após um acidente com o helicóptero em que está fazendo uma filmagem, passa a ser atormentado pela ideia de que existe nas montanhas ao redor uma força que não consegue entender e a que chama de A Besta.

Anos depois, em um passeio com a filha no Bletterbach — um desfiladeiro com toneladas de fósseis —, Jeremiah escuta uma conversa que lhe dá um novo foco na vida. Em 1985, três jovens foram mortos ali, e seus corpos, desmembrados por um assassino que nunca foi descoberto.

Para solucionar o mistério, que marcou uma cidade inteira por décadas, Jeremiah mergulha em um quebra-cabeça macabro e fascinante.

Esperamos que essas sugestões ajudem você a escolher o seu próximo livro e continuar as suas leituras agora mesmo.

Por Equipe Livreria.

LIVRERIA – multiplicando sua leitura

 

 

 

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